Publicações

28/05
Dia Internacional de Ação Pela Saúde da Mulher
Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

Dossiê Mortalidade Materna - Rede Saúde
E
ste Dossiê busca mostrar a magnitude e as características da mortalidade materna no mundo e em especial no Brasil, que ainda apresenta uma taxa estimada em aproximadamente 130 mortes maternas por cem mil nascidos vivos, segundo dados de 1998. Trata-se de número semelhante ao apresentado pelos países mais pobres da América Latina e que mostra que, infelizmente, a morte materna no Brasil não tem recebido a devida atenção por parte do governo e da sociedade.

Dossiê - Saúde das Mulheres Lésbicas
O Dossiê representa uma definição política da Rede Feminista de Saúde de contribuir para retirar da invisibilidade as necessidades e dificuldades das lésbicas diante dos serviços e profissionais de saúde, evidenciando a vulnerabilidade que o saber médico clássico e o poder dos serviços de saúde nos moldes tradicionais - em geral de matrizes homofóbica, patriarcal e vitoriana - impõem a mulheres que exercem a sexualidade fora do modelo exclusivamente "hetero", e que se traduz, cotidianamente, de norte a sul e de leste a oeste do País, em prática discriminatória contra mulheres lésbicas. (março 2006)

Dossiê - Violência de Gênero Contra Meninas
A violência contra meninas, expressa em maus tratos físicos, psíquicos, sexuais, em forma de negligência, omissão da família ou do estado, exploração sexual ou mesmo pelo seu abandono quando desaparecidas ou em fuga, revela um conjunto de peculiaridades que demandam um esforço conjunto e contínuo no seu enfrentamento. (novembro/2005)


Dossiê Aborto - Mortes Preveníveis e Evitáveis
O Dossiê analisou informações epidemiológicas que pudessem ajudar a traçar, de modo mais explícito, o quadro de morbimortalidade das brasileiras em decorrência do aborto inseguro, com vistas a contribuir para retirar o “manto de vergonha” que recobre estes episódios no âmbito familiar e a evidenciar a crueldade que significa, no contexto de um Estado separado das religiões, negar às mulheres um procedimento médico seguro. (março 2005)

Tema: Combate ao Racismo Institucional na Saúde
Documentos:
1. Atlas Racial Brasileiro 2004 - Raça e esperança de vida
Resumo: Informações oferecidas pelo Atlas Racial Brasileiro – PNUD

Apesar de melhoras na expectativa de vida para os dois grupos raciais, a desigualdade entre os índices para negros e brancos persiste. Uma pessoa negra nascida em 2000 viverá, em média, 5,3 anos menos do que uma branca. Os homens negros são os mais prejudicados: em 2000, tinham uma esperança de vida de 63,27 anos, menor que a dos homens brancos em 1991, 64,36 anos.

Ano de Publicação: 2004
Link:: esperanca_vida.doc

2. Boletim eletrônico: 'Saúde da população negra'
Resumo: Informativo dos(as) representantes da sociedade civil no Comitê Técnico da Saúde da População Negra (CTSPN). A missão deste boletim é criar uma rede de informação/formação entre os(as) profissionais de saúde, os(as) ativistas do Movimento Negro e a população brasileira em geral.

Ano de Publicação: Março 2005
Arquivo(s): Boletim_pop_negra.doc


Seminário de Saúde da População Negra do Estado de São Paulo 2004

Organizado por Luis Eduardo Batista e Suzana Kalckmann.

Instituto de Saúde 2005 São Paulo.


Cartilha Igualdade de gênero e HIV/ AIDS: Uma Política por Construir
Quando os países implantam o modelo neoliberal, as mulheres sofrem maior impacto, pois são as primeiras a terem seus empregos precarizados, aumentando o contingente da mão de obra no mercado informal mal remunerado. Também são as primeiras a sentirem a precarização das políticas sociais. (2004)

Prevenção da mortalidade materna - Um compromisso político e ético de governos e da sociedade
Sem a implantação da Plataforma de Ação do Cairo, as Metas do Milênio não serão cumpridas Declaração de Santiago, 2004. O documento final da Reunião da Mesa Diretora Ampliada do Comitê Especial de População e Desenvolvimento, do período de sessões da Cepal (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), em Santiago, no Chile, em março de 2004, reafirmou a Plataforma de Ação do Cairo e todos os avanços até agora alcançados: os direitos e os serviços de saúde reprodutiva; o direito de adolescentes a informações e acesso, com privacidade e confidencialidade, a serviços de saúde reprodutiva; o acesso à prevenção do HIV e ao tratamento da Aids como parte do exercício dos direitos humanos; e o combate à morte materna, assim como atenção aos múltiplos fatores que a causam, relembrando o parágrafo 63 das "Medidas para seguir executando o Programa de Ação da CIPD", que se refere à atenção ao aborto inseguro. Segundo a Declaração de Santiago, se não se respeita e se implanta o definido em Cairo (1994), as Metas do Milênio das Nações Unidas (2000) serão inalcançáveis! (2004)
Texto Completo:

Adolescentes Saúde Sexual e Saúde Reprodutiva 2
O Dossiê vem no bojo do tema adolescência e direitos, com o objetivo de sensibilizar gestores públicos e a sociedade civil sobre a importância das questões de sexualidade, direitos sociais, direitos reprodutivos; elenca os dados e informações de fontes governamentais e não governamentais nacionalmente reconhecidas, bem como as opiniões de especialistas das áreas de saúde, demografia, comunicação e políticas públicas. (2004)


Adolescentes Saúde Sexual e Reprodutiva 1
As jovens estão extremamente vulneráveis à gravidez , à violência sexual e às doenças sexualmente transmissíveis, inclusive HIV/AIDS. As menores de 18 anos apresentam maior risco de morbidade e mortalidade materna.



Assimetrias Raciais no Brasil: alerta para a elaboração de políticas
O presente Dossiê organiza e apresenta para os três megaobjetivos do PPA – e seus respectivos desafios – um conjunto selecionado de indicadores sociais com recorte racial/étnico, a fim de que tanto as organizações do movimento negro, de mulheres, quanto os demais grupos organizados da sociedade civil possam melhor perceber a posição fragilizada da população afro-descendente diante da população branca do país e utilize os dados e análises aqui elencados em seu benefício. (Setembro 2003)



Dossiê Reprodução Humana Assistida - 2003
A Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, ao publicar este dossiê, tem o intuito de apresentar um panorama da Reprodução Humana Assistida (RHA) no Brasil, também denominada Novas Tecnologias Reprodutivas Conceptivas (NTRc), Reprodução Medica-mente Assistida (RMA), Procriação Medi-camente Assistida (PMA) e, atualmente, Novas Tecnologias Reprodutivas Conceptivas e Genéticas (NTRc e Genética). O dossiê trata de vários aspectos relativos ao atual "estado da arte", à saúde da mulher e das crianças, às pesquisas, à abordagem da mídia sobre o tema, à legislação específica, à bioética, bem como realiza breve sistematização das opiniões divergentes e posicionamentos variados que decorrem de análises sobre a temática. Cabe ressaltar que o tema da Reprodução Humana Assistida, que consiste em possibilitar o encontro do óvulo e do espermatozóide fora do corpo da mulher, constitui um universo que, embora ocupe espaços na área acadêmica nacional e internacional, integrando a pauta de discussão sobre políticas públicas no âmbito dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e seja destaque na mídia, ainda não é objeto de profunda e vigorosa reflexão no movimento organizado de mulheres que atua no campo da saúde e dos direitos reprodutivos; da mesma forma, suas indagações e possíveis problemas também não têm sido objetos de uma socialização efetiva. (2003)



Cartilha Controle Social, uma questão de cidadania: Saúde é assunto para mulheres
O exercício da cidadania é, por meio da participação e do controle social, objeto desta parte do trabalho. Ressalta a importância dos conselhos de saúde e das conferências de saúde como instâncias institucionais de controle das iniciativs do estado, para garantir a implementação de políticas condizentes com os princípios do SUS. Para lutar pelos seus direitos, as mulheres devem atuar sobre estes e outros instrumentos do âmbito do estado, do governo e da sociedade.
(2003)

Igualdade de Gênero e HIV/Aids: Uma política por construir
Quando os países implantam o modelo neoliberal, as mulheres sofrem maior impacto, pois são as primeiras a terem seus empregos precarizados, aumentando o contingente da mão de obra no mercado informal mal remunerado. Também são as primeiras a sentirem a precarização das políticas sociais.


Saúde Materna: Componente Essencial dos Direitos Reprodutivos
98% das mortes por causa materna são evitáveis mediante a adoção de medidas relativamente simples, obtidas pela melhoria da qualidade da assistência e garantia de acesso aos serviços de saúde. A divulgação de informações sobre o assunto é fundamental para a conscientização social, sem a qual torna-se difícil solucionar essa grave questão de saúde pública.

A presença da mulher no controle social das políticas de saúde
O livro contém os anais da Capacitação de multiplicadoras em controle social das políticas de saúde, da qual participaram cerca de 28 filiadas da Rede Feminista de Saúde, de 14 Estados, em Belo Horizonte, de 14 a 17 de outubro de 2002.



Dossiê Humanização do Parto
Quando aqui se fala em humanização da assistência ao parto não se pretende propor uma forma "correta" de humanização, mas sim apresentar uma proposta de mudança nas práticas de atendimento que leve em conta os direitos das mulheres a uma maternidade segura e prazerosa. Nesse sentido, para o feminismo, a humanização do parto refere-se ao respeito e à promoção dos direitos de mulheres e crianças a uma assistência baseada na evidência científica da segurança e eficácia, e não na conveniência de instituições ou profissionais. Em grande medida, estão disponíveis no país os elementos técnicos, como manuais e normas, para implementar transformações na assistência ao parto. O que falta é avançar na promoção de mudanças institucionais, para fazer justiça a esses avanços. Essas alterações exigem a mobilização das mulheres, profunda mudança na formação dos profissionais de saúde, além de coragem e firmeza dos responsáveis pelas políticas públicas. A garantia de assistência humanizada ao parto - orientada pelos direitos e baseada na evidência - constitui uma importante estratégia na busca da promoção dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres em um momento tão especial de suas vidas. (2002)


Dossiê Mortalidade Materna
Este Dossiê busca mostrar a magnitude e as características da mortalidade materna no mundo e em especial no Brasil, que ainda apresenta uma taxa estimada em aproximadamente 130 mortes maternas por cem mil nascidos vivos, segundo dados de 1998. Trata-se de número semelhante ao apresentado pelos países mais pobres da América Latina e que mostra que, infelizmente, a morte materna no Brasil não tem recebido a devida atenção por parte do governo e da sociedade.

Dossiê Aborto Inseguro
O aborto inseguro é um grave problema de saúde pública, reconhecido pela comunidade internacional em conferências promovidas pelas Nações Unidas na década de 90. Quando realizado sob condições precárias - por pessoas sem a necessária capacitação e/ou em ambientes que não apresentem os mínimos padrões sanitários -, o aborto geralmente causa seqüelas à saúde da mulher e, muitas vezes, sua própria morte.
No caso brasileiro, o aborto induzido é considerado crime quando não se tratar de risco para a vida da mulher ou de gravidez resultante de estupro. Contudo, além de não impedir que os abortos continuem a ser realizados, a ilegalidade é a causa provável de muitos óbitos e seqüelas, pois a clandestinidade apenas piora as condições em que os abortos são feitos, agravando os riscos à saúde da mulher e dificultando o atendimento médico.



Dossiê Mulher e AIDS
Em 2000, 1,3 milhão de mulheres morreram de Aids em todo o mundo. Quase a metade dos casos novos de infecção por HIV acontece em mulheres. Hoje, 16,4 milhões de mulheres vivem com o HIV/Aids. Nos últimos três anos, a porcentagem de mulheres infectadas com o HIV cresceu de 41% para 47%. Fonte: Unifem, 2001. Passados quase vinte anos do início da epidemia de Aids, e dez anos em que se fala da crescente feminização da Aids no Brasil, estamos diante de uma encruzilhada: o principal problema colocado para as mulheres - sua dificuldade em se prevenir - permanece, já que o uso do meio de prevenção mais acessível, o condom masculino, continua sendo uma prerrogativa dos homens.
Neste Dossiê, buscamos mostrar modos diversos e particulares como a Aids tem afetado as mulheres, visando contribuir para a disseminação de informações e, principalmente, para a elaboração de alternativas e políticas que favoreçam a saúde e a qualidade de vida das mulheres, portadoras ou não do HIV.



Dossiê Violência contra a Mulher

A violência de gênero é um problema mundial ligado ao poder, privilégios e controle masculinos. Atinge as mulheres independentemente de idade, cor, etnia, religião, nacionalidade, opção sexual ou condição social. O efeito é, sobretudo, social, pois afeta o bem-estar, a segurança, as possibilidades de educação e desenvolvimento pessoal e a auto-estima das mulheres.
Historicamente, à violência doméstica e sexual somam-se outras formas de violação dos direitos das mulheres: da diferença de remuneração em relação aos homens à injusta distribuição de renda; do tratamento desumano que recebem nos serviços de saúde ao assédio sexual no local de trabalho. Essas discriminações e sua invisibilidade agravam os efeitos da violência física, sexual e psicológica contra a mulher.
A incompatibilidade entre a lei e a prática social, assim como os esforços insuficientes dos governos para fazer valer os acordos internacionais nesta questão constituem-se em negação dos direitos humanos.



Dossiê Menopausa
Menopausa não é doença. A maioria das mulheres passa por ela sem queixas e sem medicamentos. Em caso de sintomas, é bom lembrar que eles são transitórios e que as indicações naturopáticas resolvem na maioria das vezes.
A naturopatia é um sistema terapêutico que se utiliza somente de produtos e técnicas naturais, sem agentes químicos artificiais que possam agredir o organismo. Sua abordagem é holística, ou seja, vê o ser humano como um todo, tratando os diversos aspectos - como o físico, o emocional, o energético e o mental - e buscando equilibrar o organismo para restabelecer a saúde.


Dossiê Bioética e as Mulheres
A palavra bioética - a ética da vida - foi usada pela primeira vez em 1971 para se referir à moralidade das pesquisas em biologia. Trata-se de um neologismo cunhado em um contexto de "crise de consciência" nos meios científicos, demarcando assim o reencontro das ciências da natureza com a filosofia.
A bioética é um campo de luta que aglutina diferentes movimentos sociais e personalidades democráticas. Suas origens são os caminhos que buscam garantir a cidadania em espaços e em momentos nos quais as pessoas se encontram em geral vulneráveis: na busca da saúde ou diante da ciência. Atualmente, a bioética é também uma disciplina cujo campo já está delineado. É crescente sua institucionalização. Sua singularidade vem do fato de resultar da contribuição de vários setores do saber, sendo, portanto, multidisciplinar.

É Mulher, mas É Negra: perfil da mortalidade do ?quarto de despejo
Maria Inês da Silva Barbosa - maria.br@nutecnet.com.br
Este artigo trata da mortalidade da mulher negra na cidade de São Paulo e mostra que esse segmento étnico apresenta um perfil de mortalidade semelhante ao do homem branco, contrariando a esperada diferença por sexo, segundo a qual as mulheres vivem mais que os homens.
Neste trabalho buscou-se analisar o perfil de mortalidade da mulher negra inserindo-se a variável raça enquanto categoria analítica socialmente construída, considerando-se as diferenças por sexo enquanto resultantes das relações de gênero, esta também uma categoria socialmente determinada.
Ref.: Jornal da Rede Feminista de Saúde - nº 23 - Março 2001



Reflexões sobre a Saúde da Mulher Negra e o Movimento Feminista
Maria José de Oliveira Araújo - cfssaude@uol.com.br
Este artigo baseou-se em texto escrito em 1993 e que constituiu uma das primeiras reflexões a chamar a atenção para o desconhecimento da saúde da mulher negra no Brasil. Publicado em Cadernos de Pesquisa 2, de julho de 1994, o texto foi originalmente apresentado no Seminário ?Alcances e Limites da Predisposição Biológica?, realizado pelo Programa Saúde Reprodutiva da Mulher Negra, do Cebrap, em São Paulo, de 6 a 7 de dezembro de 1993
Ref.: Jornal da Rede Feminista de Saúde - nº 23 - Março 2001


Gravidez saudável e parto seguro são direitos da mulher
Toda mulher tem direito a uma gravidez saudável e a um parto seguro. Foi pensando nisso que a RedeSaúde, uma organização que luta pelos direitos das mulheres na área da saúde, preparou esta cartilha, que contém informações importantes sobre os direitos da mulher no período da gravidez, do parto e do pós-parto.



Dossiê Adolescentes - 1999
28 de Maio é o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher. Neste ano de 1999, as ações do movimento internacional de mulheres pela saúde estarão enfocando os direitos sexuais e reprodutivos dos/as adolescentes.
Estima-se que haja atualmente mais de 1 bilhão de pessoas com idades entre 10 e 19 anos, o que representa quase 20% da população mundial. Destes jovens, muitos não têm acesso a informações e serviços que protejam sua saúde e permitam que tomem decisões de maneira livre e responsável. As jovens estão extremamente vulneráveis à gravidez , à violência sexual e às doenças sexualmente transmissíveis, inclusive HIV/AIDS. As menores de 18 anos apresentam maior risco de morbidade e mortalidade materna.
No Brasil, há cerca de 32 milhões de jovens de ambos os sexos entre 10 e 19 anos, o que significa, segundo dados de 1991 do IBGE, 21,84% da população total do país. (1999)


http://www.redesaude.org.br/dossies/html/dossieadolescentes.html

Pré-Conferência Cultura & Saúde da População Negra
Brasília, 13 a 15 de setembro de 2000
Jornal da Rede Feminista de Saúde - nº 22 - Novembro 2000

Relatório Final


Manual HIV, Saúde e Sua Comunidade

Autores: Dr. Reuben Granich e Dr. Jonathan Mermim.
Trata-se de um guia prático, proposto para trabalhadores da área de saúde que convivem com a pandemia de HIV/Aids. A ênfase do manual é a prevenção, a necessária unidade de esforços para o tratamento da doença no mundo e a convivência com a doença. O manual é distribuído gratuitamente via internet.
O livro impresso pode ser comprado on-line.
Contato: bookorders@hesperian.org,
Site
: www.hesperian.org

Cartilha "João Alberto tem uma ostomia"
Promoção: Sociedade Brasileira dos Ostomizados.
Informações: sob@olimpo.com.br
http://www.ostomia.com.br

Violência contra as Mulheres - Efeitos sobre a Saúde Reprodutiva
Revista Outlook - Volume 20 Número 1
Revista técnica direcionada aos médicos e profissionais de saúde. Outlook retrata novidades em produtos de saúde reprodutiva e decisões regulamentares sobre medicamentos de interesse para leitores de países em desenvolvimento.